sexta-feira, 13 de abril de 2012

SINDIMÓVEIS - PA.

“Nosso compromisso é servir a classe dos corretores de imóveis a que temos a honra de pertencer e atuar”.

TEMPORADA DE CHUVAS AGRAVA INFILTRAÇÕES

INFILTRAÇÃO É COISA SÉRIA - Quando menos se espera, lá está a parede cheia de bolhas na pintura, o rodapé ou o piso de madeira começando a escurecer ou, muito pior, as fundações abaladas. Tempo úmido e chuvas constantes, comuns em grande parte de nossa região ao longo do inverno amazônico, fazem com que o problema cresça e se agrave. É preciso tomar atitudes rápidas que, se bem executadas serão definitivas para solucionar essa dor de cabeça.
No período em particular, existe mais umidade no ambiente devido ao aumento das chuvas, o que piora alguns problemas em imóveis que não foram construídos adequadamente, quanto à impermeabilização e reforço estrutural.
Outra questão que se verifica é que nem sempre a tubulação suporta a quantidade de água. Nos últimos anos constata-se fortes chuvas em um curto período de tempo. Muitas redes de águas pluviais existentes em prédios mais antigos não possuem vazão suficiente para escoar toda essa quantidade de água e transbordam, causando com isso, infiltrações.
Como identificar?
A primeira atitude é encontrar a origem da infiltração, com a orientação de um profissional qualificado. Casos comuns e que exigem atenção imediata, especialmente no período chuvoso são os que afetam os pisos, como na passagem de áreas abertas para a parte interna (varandas, sacadas, áreas de serviço); as paredes externas com aplicação de pedras e outros materiais, em locais com muita umidade e pouca luminosidade (como corredores com muros altos); e os armários que fazem divisão com áreas externas ou úmidas, como banheiro e lavanderia.
Para identificar umidade nas paredes, observe se existem manchas, bolhas ou reboco solto. A umidade nas paredes pode ser ocasionada por falhas no revestimento externo ou falta de manutenção. Costumeiramente, infiltrações aparecem por problemas de impermeabilização, por exemplo, no piso da sacada é comum o arremate da porta sofrer com as chuvas, porque a finalização da impermeabilização não foi feita com o cuidado exigido, o que provoca a situação de umidade. Em locais com piso de madeira, uma falha de execução provoca um problema crônico, que pode resultar em manchas ou até perda total do piso.
Há ainda, as ocorrências em telhados, incluindo situações mais graves, com problemas ocasionados por projetos mal-executados, uso de materiais inadequados ou ausência de proteção impermeável, como malhas apropriadas, durante a construção.
Os problemas de infiltração em cobertura são os casos mais demorados e caros para resolver. Em alguns casos, pode ser necessária a substituição completa das estruturas e das telhas. Vazamentos no telhado podem ser identificados com a observação de pontos úmidos ou escorrimentos nos forros, lajes e paredes. Podem existir pontos de vazamentos, ou sujeiras nas calhas e condutores; telhas quebradas ou desencaixadas, ou ainda, falhas nos arremates do telhado. Conferir com a ajuda de um profissional se a inclinação está adequada para o tipo de telha utilizada.


Manutenção possível

Em telhados, a simples substituição de telhas quebradas ou seu encaixe correto pode acabar com as infiltrações. Entretanto, se o problema é na inclinação do telhado, existem mantas que podem ser instaladas sob a cobertura. Também há materiais especialmente projetados para impermeabilização de lajes.
Os diversos problemas de infiltração em telhados e paredes são provocados pela falta de manutenção em calhas, rufos no arremate do telhado com as paredes laterais. O ideal é ser precavido. Se o período de chuvas começa em dezembro, faça uma revisão na casa em meses que antecedam esse período chuvoso.
Recomenda-se que as calhas sejam equipadas com telas ou grelhas que evitam a passagem de folhas e outros objetos para os coletores e o encanamento de água. Elas são de fácil manuseio de limpar e encontradas em lojas de vendas de materiais de construção. Se o sistema ficar entupido, às vezes, nem mesmo um “roto-rotter” ou limpadora profissional dá acesso a toda tubulação.
Registra-se que muitos casos de infiltração grave são derivados da falta de cuidado com a impermeabilização durante a construção, especialmente quando o proprietário leva às obras sozinhos. O custo da impermeabilização das fundações é de apenas 0,50% do valor total da obra, mas para a correção posterior, esse custo pode passar de 10%. (fprocópio) 

SONHO DA CASA PRÓPRIA: ESCOLHA O MELHOR FINANCIAMENTO
AS DIFERENÇAS ENTRE CONSÓRCIO, LEASING E CRÉDITO BANCÁRIO SÃO ESSENCIAIS PARA COMPRAR O IMÓVEL SEM TRANSTORNOS
O sonho da casa própria muitas vezes precisa passar por inúmeros cálculos. A análise dos meios possíveis vai do quanto se pode gastar até como tudo será quitado. O Brasil passa por um desenvolvimento no setor imobiliário, no qual a liberação de crédito para compra aumentou a demanda da procura por um lar.
 Entre as formas de pagamento estão o financiamento bancário, o consórcio e o leasing. Veja as diferenças e encontre a melhor maneira para dar início à corrida até sua propriedade.
Antes de optar pela modalidade de financiamento é preciso entender como funcionam consórcios, leasing ou créditos bancários.
 O consórcio tem o mesmo mecanismo de quando se compra um veículo. Uma empresa administradora monta grupos com número de clientes interessados em comprar um imóvel de determinado valor. Cada um compra cotas desse valor e paga uma parcela mensal. Três consorciados são contemplados com uma carta de crédito no valor do imóvel no mês, através de sorteio ou lance, o adiantamento de dinheiro a fim de obter mais cedo a carta de crédito. O prazo final é de 120 meses.
A vantagem apresentada por essa modalidade é que não tem taxas de juros, mas apenas de administração. O consórcio se assemelha a uma poupança que no final dá uma carta de crédito.
O leasing, quando o bem imóvel a adquirir fica de propriedade da instituição financeira, uma “locadora”, pagando o cliente uma renda mensal até liquidação da totalidade do crédito. Com o pagamento desta última prestação, o bem volta a ser propriedade do cliente.
Os financiamentos são realizados por bancos, que pagam ao vendedor do imóvel a quantia que o comprador quer ou pode financiar. A partir daí, o comprador deve pagar o banco que quitou sua dívida. Durante esse período, o imóvel fica ligado à pessoa que fez a compra, mas não pode ser negociado enquanto a dívida com o banco não é paga. Diversas instituições financeiras disponibilizam o crédito e se diferenciam nas condições de pagamento, taxas de juros e valor que pode ser financiado.
O Sistema Financeiro da Habitação serve para financiamentos imobiliários para pessoas que querem comprar suas residências. Em alguns bancos o valor médio financiado é de R$ 100 mil. A taxa máxima de juros é no valor da taxa referencial, calculada em cima da básica financeira, mais 9,5% de acréscimo ao ano.
Se essa for a opção escolhida na hora de adquirir um imóvel, o cliente deve passar na agência, fazer um cadastro e definir a demanda do financiamento. Para conseguir o crédito, deve comprometer 30% da renda familiar bruta.  O banco financia até 90%, em um período de até 30 anos.
No país, existe uma deficiência habitacional. O sonho da maioria das pessoas é comprar a sua casa própria. Com a liberação de crédito, aumentou a demanda.
As construtoras estão investindo em empreendimentos com unidades menores e com preços mais populares, a fim de atingir todos os segmentos do mercado. Ainda assim, o grande foco das empresas é na nova parcela populacional que procura por habitação. As instituições financeiras também têm interesse nesse momento do mercado, pois o cliente que consegue financiamento vira cliente do banco. Com 30 anos para quitar o financiamento da casa, o cliente terá uma longa relação com o banco. Acaba fiel para o resto da vida, àquele que financiou a sua casa.
Além disso, outros negócios serão possíveis através de uma análise sobre o perfil do cliente. Tanto o novo dono da casa quanto o banco ganham com o financiamento. As condições e as taxas são muito atrativas. A pessoa que está pagando aluguel não terá mais seu dinheiro recuperado. Comprar uma casa é investimento, além de trazer satisfação e orgulho. (Fonterevista.penseimoveis)

ATENÇÃO CORRETORES AUTÔNOMOS E IMOBILIÁRIOS
CONSULTAS DE SPC E SERASA

SPC do Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito do Brasil S.A). Ter seu próprio serviço de consulta SPCB/SERASA.
Com loguin e senha pela internet funcionando 24 h ou CALL CENTER funcionando de 8h às 18h.  Assim será possível antecipar informações comerciais sobre seus clientes evitando riscos futuros de inadimplência.
*Negativar (incluir) inadimplentes no SPC e na Serasa. E solicitar envio de carta cobrança para o inadimplente. Maiores chances de recuperação de valores perdidos. Tudo isso por baixos custos e menos dor de cabeça.
O Sindicato já disponibiliza aos Corretores Imobiliários, consultas de SPC e SERASA:
-Pessoas Físicas R$- 4,00
-Pessoas Jurídicas R$- 6,00
Informações na Secretaria do Sindicato através do telefone: (91) 3274-0793 ou email: sindimoveis_pa@yahoo.com.br

ACESSE O SITE DO SINDIMÓVEIS/PA
INFORMAÇÃO ATUALIZADA E COM RAPIDEZ!
www.sindimoveis-pa.com.br
Coordenador Pedagógico: Carlos Moraes de Albuquerque Fº
Gestor Imobiliário - CRECI- 043
E-mail: carlosalbuquerquefilho@hotmail.com
Facebook: carlos albuquerque   

Antônio Maria Santos Sousa
Presidente

DIRETORIA SINDIMÓVEIS GESTÃO 2009/2012

PRESIDENTE: Antônio Maria Santos Sousa
1º VICE- PRESIDENTE: Silvio Kós Burlamaqui de Miranda
2º VICE- PRESIDENTE: Eduardo Afonso Damasceno de Mendonça
1ª SECRETÁRIA: Antônia Pereira da Silva Santos
1ª TESOUREIRA: Regina Célia Lima Albuquerque
2º TESOUREIRO: Ideval Pamplona Lima
REPRESENTANTE JUNTO À FENACI: Maria Isabel Macedo Figueiredo
COORDENADOR PEDAGÓGICO: Carlos Moraes de Albuquerque Filho

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